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Jardins do Palácio Nacional de Queluz

O Palácio Nacional de Queluz deve-se ao Infante D. Pedro (1717-1786), segundo filho de D. João V e de D. Mariana de Áustria, e irmão do Rei D. José (1714 -1777). O projecto inicial, confiado ao arquitecto Mateus Vicente de Oliveira, iniciou-se em 1747. Em 1752 encontrava-se já concluída a Capela, sofrendo o projecto global alterações e ampliações sucessivas até ao final do século.

 

Mateus Vicente, chamado para a obra de reconstrução de Lisboa após o Terramoto de 1755, permanece como Superintendente em Queluz, cedendo, no entanto, o papel principal ao arquitecto francês Robillion. Rodeado de um escol de artistas nacionais e estrangeiros, Robillion ocupa-se da decoração dos mais belos espaços - Sala do Trono, Sala da Música e Sala dos Embaixadores - acrescentando ao projecto inicial a ala poente, o Pavilhão Robillion e a Escadaria dos Leões, como solução cenográfica para vencer o desnível existente entre os jardins superiores e a “Quinta”.

 

Os jardins geométricos “à francesa” que rodeiam o Palácio, construídos em terraços, e o resto do Parque são decorados com numerosas estátuas e vasos de formas variadas de mármore e chumbo, balaustradas, labirintos, cascatas e lagos com belos trabalhos de pedra e azulejos. Destaca-se aqui a colecção de estatuária de chumbo, da autoria do inglês John Cheere, considerada uma das mais notáveis no género.

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